9.9.04

Crónica da actuação para os Mexicanos - 4 Setembro 2004

Foi numa manhã chuvosa que a tuna se reuniu junto à Casa dos Bicos (Campo das Cebolas) para iniciar mais uma actuação.
Apesar da hora marcada ter sido às 9:15, como bons portugueses, ainda tivemos que esperar por algumas “donzelas” que demoraram mais a colocar o Rimel . . .

- Por volta das 9:30 – 9:45 iniciamos a nossa subida ao Castelo de São Jorge, subida essa sempre acompanhada de musica e alegria
- às 10 horas e chegados ao Castelo de São Jorge, começa a cair uma carga de água . . . isto prometia . . .
- passados uns minutos aparecem alguns elementos da agência de viagens, que como já tinhamos percebido, ainda não sabiam muito bem como ia ser a actuação . . . sem comentários!
- Chegaram os elementos da AgriculTUNA, aos poucos e fomos todos para dentro do café. Aproveitemos para tirar a foto em conjunto.
- Por volta das 10:30-10:45 foi acordado que as tunas iriam surgir de surpresa em locais pre-destinados para receber os Mexicanos . . . ficamos logo com o primeiro local.
- estando nós à espera dos Mexicanos, aproveitamos para celebrar o ritual de passagem, onde o Matu e o Sandro passaram de Projectos a Caloiros, passagem esta que providenciou um espectáculo extra aos turistas que passavam.
- Chegados os Mexicanos começamos logo bem a tocar o Tostãozinho . . . debaixo de uma chuvada como ainda não tinha havido, o que possibilitou um concerto “privado” entre nós e os Mexicanos num tunel onde aproveitamos e tocamos De Porta em Porta, Águas do Dão e mais uma musica que agora não me lembro . . .
- Continuamos o caminho, quando a chuva permitiu, com uma incursão dos “Oros de Amor que nunca . . .” que foi de imediato acolhida pelos nossos amigos Mexicanos e até tivemos direito a Solista . . .
- Fomos de encontro ao primeiro grupo da AgriculTUNA e deixamo-los a tocar . . . fomos tomar a posição seguinte onde recebemos o segundo grupo e lhes tocamos o “Niegros” . . . um sucesso apesar dos grandes e muitos pregos da tuna
- continuamos o caminho e fomos ter com o segundo grupo da AgriculTUNA, À Porta da Igreja de S. José. Aqui assistimos a um espectáculo muito fixe deles onde tocaram uma musica tradicional Mexicana e Lisboa Antiga . . . tendo nós respondido com o “La Bamba” . . . foi um sucesso, a apartir dai os Mexicanos só queriam que tocassemos o La Bamba!!!!
- Continuamos até aos autocarros onde fomos até ao Bairro Alto onde junto ao Miradouro de S. Catarina acabamos a nossa actuação.
- O autocarro deixou-nos depois no Campo das Cebolas de onde fomos almoçar ao “O Caldas” . . .

- Grande almoço, fomos quase todos (O Mauro não pode ir) e tivemos um almoço à maneira . . . apesar de
estarmos todos de rastos e de ao Pedro lhe “doer a cabecinha . . . toma umas aspirinas que isso passa!”
- Muita animação, conversa, brincadeira e comida . . .estavamos cheios de fome . . .

Este dia foi muito produtivo e positivo, para muitos um novo tipo de actuação, onde o improviso e as condições de rua tornam mais aliciante. Muito cansativo e com uma organização muito fraca da parte de quem nos contratou, o que será claramente compensado com o cheque!